ninguém sabe a dor de cada lagrima,
o medo de cada noite, de solidão vivida,
o barulho da TV, meio rajada, antena velha,
porém sem ouvir nada.
Ainda que meu pranto tanto dolorido fosse,
ninguém sabe a dor de cada lagrima,
um milhão de formulas a escutar, mais
se envolver é para os nobres, nem sempre
por maldade mais por falta de entender
a essência profunda da dor.
Ainda que meu pranto tanto dolorido fosse,
ninguém sabe a dor de cada lagrima,
o reflexo de cada pensamento, a angustia,
a falta de rumo, andar pra todos os
lados e não conseguir relaxar, o vento
soprando as folhas no chão, secas,
só mais uma gota de lagrima para molha-las.
Ainda que meu pranto tanto dolorido fosse,
ninguém sabe a dor de cada lagrima.
Ainda que meu pranto tanto dolorido fosse,
ninguém sabe a dor de cada lagrima,
um milhão de formulas a escutar, mais
se envolver é para os nobres, nem sempre
por maldade mais por falta de entender
a essência profunda da dor.
Ainda que meu pranto tanto dolorido fosse,
ninguém sabe a dor de cada lagrima,
o reflexo de cada pensamento, a angustia,
a falta de rumo, andar pra todos os
lados e não conseguir relaxar, o vento
soprando as folhas no chão, secas,
só mais uma gota de lagrima para molha-las.
Ainda que meu pranto tanto dolorido fosse,
ninguém sabe a dor de cada lagrima.
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